Olá!
Ano novo, eu no blog de novo (#semgraça)!
Hoje eu vou falar um pouco dos filmes que eu mais gostei de assistir em 2016. Eles não necessariamente foram lançados no ano e também não estão na ordem de preferência, só na ordem da imagem acima mesmo. Clicando no nome do filme você pode ver o trailer dele. Vamos lá!
Star Wars: O despertar da força
Esse foi o primeiro filme que vi em 2016 e ficou na memória o ano todo. Desde então eu venho me prometendo que vou reassistir, quem sabe esse plano se realiza logo logo.
A garota dinamarquesa
Eu assisti esse filme com a minha mãe sem esperar muita coisa e no final só deu nós duas naquele auto-engano "não tô chorando não, foi só um negócio que caiu no meu olho!". É um filme daqueles muito bonitos!
Capitão América: Guerra Civil
Podia ter sido melhor? Podia. Mas mesmo assim eu adorei. Eu não sou nada imparcial quando se trata de Capitão América, qualquer pessoa que ande comigo sabe. Então só vou dizer que gostei pra caramba e queria mais. Steve Rogers e Bucky para sempre, amém.
Procurando Dory
Eu falei desse filme aqui no blog, você pode saber mais sobre o que eu achei clicando aqui. Spoiler: eu amei.
Ghostbusters
Também já falei desse filme aqui no blog, você pode conferir clicando aqui. Esse foi um dos filmes mais divertidos que eu assisti (se não o mais divertido) em 2016.
O lar das crianças peculiares da Srta Peregrine
Outro filme que eu fui assistir com expectativas baixas e acabei me surpreendendo. Não foi a melhor coisa do mundo, mas foi bem legal e até um pouquinho melhor do que o livro.
Doutor Estranho
Quem não era fã do Cumberbatch virou depois de assistir esse filme. Muito bom, bem feito, divertido e daqueles que queria que não acabasse.
Animais fantásticos e onde habitam
Seria melhor se não tivesse o Johnny Depp no elenco? Seria. Mas mesmo assim foi um ótimo filme e eu posso ou não ter chorado em algum momento do final.
O discurso do rei
Eu tinha uma pequena implicância totalmente infundada com esse filme, mas quando eu assisti, adorei. Fiquei me lembrando muito da época que eu ia na fonoaudióloga, foi interessante e bonito.
A chegada
Falando em interessante e bonito, esse filme é cheio de sutileza e mensagens maravilhosas. Já saí do cinema querendo assistir de novo.
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017
Os melhores filmes de 2016
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segunda-feira, 11 de julho de 2016
Primeiras impressões #1: Preacher e Outcast
Oi! Tudo bem com você? Espero que sim!
O post de hoje é a estreia de uma nova categoria aqui no blog, na qual eu pretendo falar sobre as minhas impressões sobre pilotos (primeiros episódios) de séries que eu assistir e quiser dar meus vinte centavos a respeito. Vamos lá!
Preacher é uma série de drama e fantasia (eu colocaria uma pitada de horror aí também) que foi baseada nos quadrinhos de mesmo nome. Está em sua primeira temporada.
Dessas duas foi a que eu mais gostei por dois motivos: humor cínico e Dominic Cooper. Isso já faz valer assistir pelo menos o primeiro episódio para ver se você gostará da série.
Pelo que pude observar pelo piloto, a trama vai contar os "causos" do padre Jesse, que passa por uma crise de fé até coisas acontecerem com ele que vão mudar tudo. A série tem bastante pancadaria e sangue voando, e tem também outro ponto que eu gostei bastante, a personagem Tulipa, que tem tudo para ser uma das mulheres mais bad-ass que já conheci na vida.
Imdb - Trailer
Outcast é uma série de drama e horror e também foi baseada nos quadrinhos com o mesmo nome e está na primeira temporada.
Pelo piloto, achei Outcast um tantinho mais sinistra que Preacher. A série conta a história do Kyle Barnes, que voltou para sua cidade natal após o divórcio e vive isolado até que o caso de uma criança possuída faz com que ele saia de casa e comece a trabalhar nisso com o reverendo Anderson, já que Kyle tem certa experiência com casos de possessão pois aconteceu com sua mãe no passado.
Essa é uma daquelas séries para nunca assistir de noite sozinho em casa. O Kyle é interpretado pelo Patrick Fugit, que foi o garotinho que queria ser jornalista musical em Quase Famosos. Gostei bastante do trabalho dele, pretendo continuar acompanhando.
Imdb - Trailer
O post de hoje é a estreia de uma nova categoria aqui no blog, na qual eu pretendo falar sobre as minhas impressões sobre pilotos (primeiros episódios) de séries que eu assistir e quiser dar meus vinte centavos a respeito. Vamos lá!
Preacher é uma série de drama e fantasia (eu colocaria uma pitada de horror aí também) que foi baseada nos quadrinhos de mesmo nome. Está em sua primeira temporada.
Dessas duas foi a que eu mais gostei por dois motivos: humor cínico e Dominic Cooper. Isso já faz valer assistir pelo menos o primeiro episódio para ver se você gostará da série.
Pelo que pude observar pelo piloto, a trama vai contar os "causos" do padre Jesse, que passa por uma crise de fé até coisas acontecerem com ele que vão mudar tudo. A série tem bastante pancadaria e sangue voando, e tem também outro ponto que eu gostei bastante, a personagem Tulipa, que tem tudo para ser uma das mulheres mais bad-ass que já conheci na vida.
Imdb - Trailer
Outcast é uma série de drama e horror e também foi baseada nos quadrinhos com o mesmo nome e está na primeira temporada.
Pelo piloto, achei Outcast um tantinho mais sinistra que Preacher. A série conta a história do Kyle Barnes, que voltou para sua cidade natal após o divórcio e vive isolado até que o caso de uma criança possuída faz com que ele saia de casa e comece a trabalhar nisso com o reverendo Anderson, já que Kyle tem certa experiência com casos de possessão pois aconteceu com sua mãe no passado.
Essa é uma daquelas séries para nunca assistir de noite sozinho em casa. O Kyle é interpretado pelo Patrick Fugit, que foi o garotinho que queria ser jornalista musical em Quase Famosos. Gostei bastante do trabalho dele, pretendo continuar acompanhando.
Imdb - Trailer
sexta-feira, 8 de julho de 2016
Amizades improváveis
Amizades improváveis (The Fundamentals of Caring) é uma ótima pedida para aqueles dias em que você já olhou o menu todo do Netflix e ainda não conseguiu decidir o que assistir. Antes de tudo eu gostaria de agradecer minha amiga Giselle por ter me indicado esse filme!
Ben fez o curso de cuidador e consegue emprego cuidando de Trevor, que sofre de distrofia muscular Duschenni (Duschenni Muscular Dystrophy, em tradução livre). Os dois desenvolvem uma amizade e partem em uma road trip para ver as atrações de beira de estrada que Trevor só ficava vendo na televisão. Durante a viagem eles vão conhecer pessoas, lugares e descobrir várias coisas sobre si mesmos.
O filme é bem humorado e equilibrado entre momentos engraçados e tristes, levando você junto na viagem e fazendo com que deseje pegar o carro e desbravar as esquisitices e belezas por aí. O elenco também conta com a Selena Gomez, que surpreende interpretando Dot, uma jovem que saiu de casa e quer ir para Denver. Eu gostei bastante das interações dela com os outros personagens e acho que ela fez um ótimo trabalho.
Ficha técnica
País: Estados Unidos
Direção: Robin Burnett
Roteiro: Robin Burnett (baseado no livro de Jonathan Evison)
Elenco: Paul Rudd (Ben), Craig Roberts (Trevor), Selena Gomez (Dot), Jennifer Ehle (Elsa), Megan Ferguson (Peaches).
Trailer
Ben fez o curso de cuidador e consegue emprego cuidando de Trevor, que sofre de distrofia muscular Duschenni (Duschenni Muscular Dystrophy, em tradução livre). Os dois desenvolvem uma amizade e partem em uma road trip para ver as atrações de beira de estrada que Trevor só ficava vendo na televisão. Durante a viagem eles vão conhecer pessoas, lugares e descobrir várias coisas sobre si mesmos.
O filme é bem humorado e equilibrado entre momentos engraçados e tristes, levando você junto na viagem e fazendo com que deseje pegar o carro e desbravar as esquisitices e belezas por aí. O elenco também conta com a Selena Gomez, que surpreende interpretando Dot, uma jovem que saiu de casa e quer ir para Denver. Eu gostei bastante das interações dela com os outros personagens e acho que ela fez um ótimo trabalho.
Ficha técnica
País: Estados Unidos
Direção: Robin Burnett
Roteiro: Robin Burnett (baseado no livro de Jonathan Evison)
Elenco: Paul Rudd (Ben), Craig Roberts (Trevor), Selena Gomez (Dot), Jennifer Ehle (Elsa), Megan Ferguson (Peaches).
Trailer
quinta-feira, 23 de junho de 2016
Como eu era antes de você
Como eu era antes de você (Me before you) é uma das melhores adaptações de livro para o cinema que vi recentemente.
Alguém já deve ter te avisado que esse é um daqueles filmes que você deve ir preparado com lencinhos porque o choro é livre e ele vai correr solto, e eu tentei me preparar o melhor possível e não chorei, mas fiquei com aquele aperto no coração.
A primeira coisa que se destaca para mim é a ótima escolha do elenco. Os atores tem muita química entre si e te fazem embarcar na história imediatamente. Outro destaque positivo para mim foram os cortes feitos da história do livro para o filme, porque muito drama desnecessário foi retirado e isso acabou dando mais peso para a trama principal.
Uma das coisas que eu menos gostei foi a trilha sonora. Tem tanta música romântica bonita por aí, vamos deixar as do Ed Sheeran descansarem um pouco? Pode ser implicância minha, mas eu acho que não combinou nada.
Também tem um fator que eu não tinha pensado antes de ler mais pessoas falando sobre o livro e o filme: a história que a Jojo Moyes criou não é muito positiva para pessoas com deficiência, no caso específico, tetraplégicos. Eu sempre pensei que a ideia que o personagem tinha de sua condição de vida era só mais um exemplo de como cada pessoa pode encarar a situação, de uma maneira mais particular. Lendo a opinião dos outros, dizendo que essas ideias dele são uma visão extremamente pessimista, fiquei pensando bastante e não sei a qual conclusão chegar, sinceramente. Se você tem alguma opinião sobre a representação dos paraplégicos ou sobre o filme em geral, fique a vontade para comentar.
Ficha técnica
País: Estados Unidos
Direção: Thea Sharrock
Roteiro: Jojo Moyes
Elenco: Emilia Clarke (Lou), Sam Claflin (Will), Jenna Coleman (Treena), Matthew Lewis (Patrick),
Trailer
Alguém já deve ter te avisado que esse é um daqueles filmes que você deve ir preparado com lencinhos porque o choro é livre e ele vai correr solto, e eu tentei me preparar o melhor possível e não chorei, mas fiquei com aquele aperto no coração.
A primeira coisa que se destaca para mim é a ótima escolha do elenco. Os atores tem muita química entre si e te fazem embarcar na história imediatamente. Outro destaque positivo para mim foram os cortes feitos da história do livro para o filme, porque muito drama desnecessário foi retirado e isso acabou dando mais peso para a trama principal.
Uma das coisas que eu menos gostei foi a trilha sonora. Tem tanta música romântica bonita por aí, vamos deixar as do Ed Sheeran descansarem um pouco? Pode ser implicância minha, mas eu acho que não combinou nada.
Também tem um fator que eu não tinha pensado antes de ler mais pessoas falando sobre o livro e o filme: a história que a Jojo Moyes criou não é muito positiva para pessoas com deficiência, no caso específico, tetraplégicos. Eu sempre pensei que a ideia que o personagem tinha de sua condição de vida era só mais um exemplo de como cada pessoa pode encarar a situação, de uma maneira mais particular. Lendo a opinião dos outros, dizendo que essas ideias dele são uma visão extremamente pessimista, fiquei pensando bastante e não sei a qual conclusão chegar, sinceramente. Se você tem alguma opinião sobre a representação dos paraplégicos ou sobre o filme em geral, fique a vontade para comentar.
Ficha técnica
País: Estados Unidos
Direção: Thea Sharrock
Roteiro: Jojo Moyes
Elenco: Emilia Clarke (Lou), Sam Claflin (Will), Jenna Coleman (Treena), Matthew Lewis (Patrick),
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